sábado, 30 de agosto de 2008

Amor à Arte, Arte ao Amor... (Parte 1)

Anunciado o fim da banda Los Hermanos... É uma pena. Era (por enquanto ainda é) uma banda interessante que se destacava no circuito comercial. A proposta deles era falar de amor sem ser o “falar de amor caça-níqueis” que muitos artistas se utilizam por aí. Essa distinção um tanto complicada (e delicada) que estou fazendo a respeito das motivações desses artistas se relaciona com duas questões: “O que se espera dos artistas?” e “O que se espera do amor nos dias de hoje?”.

É certo que devem existir inúmeros motivos (que eu desconheço) para que a banda tenha anunciado o seu fim, assim como para o fato de terem escolhido o tema das relações amorosas para nortearem as suas composições. E eu não estou sugerindo que ter um perfil e uma pesquisa artística bem definidos comprometem a sobrevivência de um artista, apenas quero pensar sobre quais coisas o influenciam e como a arte retrata as relações humanas no mundo contemporâneo.

A partir deste primeiro post vou colocar uma série de textos relacionando esses dois temas e sempre deixando exemplos de artistas (aristas visuais, músicos, cineastas, escritores, etc.) que discutem a arte e o amor nos dias de hoje.

Marcelo Camelo leu no jornal a história de um casal de velhinhos que permaneceu trancado num quarto de hotel enquanto o local desmoronava, em chamas, e teve criatividade e sensibilidade para criar um diálogo imaginário desse casal na letra da música.

enquanto eu não descubro como postar um video aqui eu deixo o link:

http://br.youtube.com/watch?v=-s2nHCiH4iU&feature=related

Conversa De Botas Batidas
(Los Hermanos)


- Veja você onde é que o barco foi desaguar
- a gente só queria o amor...
- Deus às vezes parece se esquecer
- ai, não fala isso, por favor
Esse é só o começo do fim da nossa vida
Deixa chegar o sonho, prepara uma avenida
que a gente vai passar

- Veja você, quando é que tudo foi desabar
A gente corre pra se esconder...
- E se amar, se amar até o fim
- sem saber que o fim já vai chegar
Deixa o moço bater que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos pra um amor de tantas rugas
não ter o seu lugar

Abre a janela agora, deixa que o sol te veja
É só lembrar que o amor é tão maior
que estamos sós no céu
Abre as cortinas pra mim
que eu não me escondo de ninguém
O amor já desvendou nosso lugar
e agora esta de bem

Deixa o moço bater que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos pra um amor de tantas rugas
não ter o seu lugar

Diz quem é maior que o amor?
Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além. Vão dizer
que a vida é passageira
Sem notar que a nossa estrela
vai cair

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A arte de não saber o que escrever...

Depois de um longo período sem postar nada, e sem nenhuma desculpa plausível a não ser a própria preguiça, volto a escrever sobre alguma coisa que eu nem sei direito o que é e que estou apenas chamando de “a arte de não saber o que escrever”. Utilizar as letras, palavras, pontuações, a conjugação gramatical correta, pensar na estrutura e diagramação do texto, tudo isso, apenas para escrever sobre o nada, o simples devaneio. Mas, mais inútil do que escrever sem saber o quê, é o fato de sentir a necessidade de dar motivos, dar explicações ao fato de ter parado de escrever e de estar retomando, neste momento, o exercício de publicar os meus pensamentos.

Parei porque a preguiça (motivo já citado acima) é inerente a minha personalidade. Diferente da disciplina, que para mim é como aquele grilo falante nos forçando a continuar a fazer a mesma coisa independente da situação, a preguiça é o impulso de criatividade em prol da lei do mínimo esforço. E aqui não nos referimos ao “Ócio Criativo” de Domenico de Masi, está mais para a filosofia de “Timoneiro” do Paulinho da Viola.

“Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar”

Posso dizer que, desde o meu último post em fevereiro tentei dar uma guinada, tomar as rédeas, garantir o meu futuro... Mas eis que a vida vem e muda todo o planejamento, ela vem só para mostrar que não temos o controle total sobre as coisas e, contraditoriamente voltamos aos nossos interesses iniciais.

Por exemplo, muitas coisas aconteceram sem serem planejadas: Fiz uma viagem para Buenos Aires assim de repente em uma semana decidi e fui, também inusitadamente comecei a trabalhar com marketing cultural, mudei minha pesquisa do mestrado (na verdade mudaram para mim) e até mudei o corte de cabelo (sim mulheres! Admito que isso causa efeito). E no final das contas, voltei renovado aos mesmos interesses! Voltei às artes, à educação, aos meus cachimbos, ao whisky, a escrever novamente neste blog... E a preguiça? Continua a mesma!

“A rede do meu destino

Parece a de um pescador

Quando retorna vazia

Vem carregada de dor

Vivo num redemoinho

Deus bem sabe o que ele faz

A onda que me carrega

Ela mesma é quem me traz”

(Timoneiro - Pulinho da Viola)



PS- Claro que estou escutando o Paulinho e fumando cachimbo!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Rubens Gerchman (1942-2008)



A morte de Rubens Gerchman me fez pensar no quanto nós, jovens (artistas) brasileiros, não nos lembramos e nem damos muito valor à arte brasileira dos anos 60, mais característica pela Nova Figuração. Hoje encontramos muitos novos artistas brasileiros em que as questões sócio-políticas estão presentes em suas obras, mas que sequer ouviram falar de nomes como Cláudio Tozzi, Antonio Dias, Antonio Henrique Amaral, João Câmara e até o próprio Gerchman.

Abaixo vou transcrever um trecho da reportagem do Antonio Gonçalves Filho do Caderno 2 do Estadão do dia 30 de janeiro último.

Há exatos 40 anos ele foi cantado em prosa e verso por Nara Leão no disco-manifesto do movimento tropicalista, Tropicália (ou Panis et Circensis). Era um bolero, Lindonéia, composto por Caetano Veloso e Gilberto Gil em homenagem a uma tela de mesmo nome pintada dois anos antes, A Bela Lindonéia (1966), também conhecida como Gioconda do Subúrbio, de autoria do artista carioca Rubens Gerchman. Lindonéia fazia referência direta à ditadura militar brasileira, falando de pessoas desaparecidas, cachorros mortos nas ruas e vigilância policial. Gerchman, um dos artistas da Nova Figuração ao lado de Antônio Dias, cujos trabalhos dialogavam com a realidade política dos anos 1960, morreu ontem, aos 66 anos, às 6 horas da manhã, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, em decorrência de um tipo raro de câncer. Ele foi cremado ontem mesmo no Cemitério de Vila Alpina.

Gerchman foi marcado pelo programa da Nova Figuração, que levou a modernidade artística às revistas brasileiras nos anos 1960, numa época em que essas publicações ainda usavam as cores de maneira antiga e pouco criativa. Em plena ebulição do movimento pop mundial, dos festivais de rock e da swinging London retratada por Antonioni em Blow Up, a resposta brasileira à representação da nova realidade urbana foi um movimento agressivo que fez uso de cores fortes e materiais industriais, trocando a tinta a óleo pela acrílica e a fatura artesanal pela reprodução de imagens populares icônicas.

O discurso, na época, era eminentemente político. No mesmo ano do golpe militar, Antônio Dias agregou, na obra Vencedor? (1964), um capacete do Exército a um cabide de pé com as cores da bandeira americana. Gerchman, em resposta ao regime, pintou misses, times de futebol e retratos de desaparecidos, contrapondo alienação popular e engajamento político.

Pintor, desenhista, gravador e escultor, Gerchman começou a estudar arte há exatamente meio século. Tinha 15 anos quando freqüentou seu primeiro curso e 25 ao receber o primeiro grande prêmio, no 16º Salão Nacional de Arte Moderna (1967). Foi com esse prêmio que o artista viajou para os Estados Unidos, no mesmo ano em que participou da histórica exposição Nova Objetividade, no MAM do Rio. Gerchman permaneceu nos EUA até 1972. De volta ao Brasil, realizou filmes experimentais, ajudou a criar a revista de vanguarda Malas Artes (1975-76) e dirigiu a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1975-79), no Rio, que virou reduto da arte experimental.

Desde o começo de sua carreira comprometido com novas experiências, foi um dos pioneiros a realizar happenings. Num deles (Elevador Social), ainda nos anos 1960, colocou os espectadores numa tenda de madeira e plástico transparente, pintada do lado de fora com spray colorido. Presos momentaneamente na 'jaula', eles tinham de arrebentar a estrutura para se libertar. Em outra instalação, Fruta-Abrigo (1967), ele criou 'caixas de morar' em vime e PVC com frestas de observação, feitas sob medida para paranóicos. As obras dessa época, francamente marcadas pelas turbulências políticas, refletem a frustração de cidadãos reprimidos pelos atos institucionais do regime militar. Gerchman recorria a metáforas nessas proto-instalações, mas usava imagens imediatamente reconhecíveis nas telas, como torcedores de futebol e placas de obras, abusando deliberadamente da cultura visual kitsch alimentada pela pintura popular. Como reforço, ainda incorporava frases irônicas às pinturas e relevos, como 'Assegure seu futuro' (1967) numa tela em que os rostos dos deserdados sociais descartam essa possibilidade.

As obras sociais dos anos 1960 deram lugar a trabalhos mais intimistas na década seguinte. A contestação raivosa foi trocada por um trabalho mais autobiográfico, repleto de referências familiares e memórias sentimentais da juventude. Finalmente, nos anos 1980, após desenhar azulejos para o restaurante do Sesc Pompéia a convite da arquiteta Lina Bo Bardi (em 1981), Gerchman dedicou-se a uma série de obras de natureza erótica. O mercado tem alguns livros publicados sobre o artista, entre eles o de Wilson Coutinho e o de Fábio Magalhães, o último lançado há dois anos pela Lazuli.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Como concluído com a Lu...

Vão se F...!
Não precisamos mendigar amizade.
Nossos amigos são os melhores!

O Caçador de Pipas de... Marc Forster! - É bom, mas poderia ser melhor



Hoje vi o filme “O Caçador de Pipas” com minha amiga Lu. A idéia na verdade era ver “Paranoid Park”, mas como o trânsito de São Paulo é um caos... Mas vamos lá.

Em seu blog, Luiz Carlos Merten crítico de cinema do jornal O Estado de SP comenta que a principal questão da obra de Marc Forster é a paternidade. Por este mesmo motivo (e por concordar que esta é a sua questão mesmo) eu relembro que “A Última Ceia” é do Marc Forster, e “Em Busca da Terra do Nunca” também é dele, e “Mais Estranho que a Ficção” também. O que eu quero dizer é que o tema da paternidade está presente em todos eles. A paternidade como o vínculo (de pai para filho, de criador com sua obra) e responsabilidade com a perpetuação de seus valores.

O diretor nestes filmes não tem uma visão unilateral, determinando se a relação pai e filho é somente boa, ou somente má. Mas sim que existe algo maior nessa relação, o que me leva a pensar que, mais do a paternidade, o foco maior são os ciclos da vida. O ciclo morte e vida, construção e desconstrução.

Em “A Última Ceia” o ciclo (e temos a metáfora da cadeia explorada nesse caso) de uma profissão de carcereiro que é passado de pai para filho que precisa ser quebrado, e ironicamente temos o personagem Sonny interpretado pelo ator Heath Ledger se suicidando (por não agüentar este ciclo), mas provocando a libertação de seu pai. Já “Em Busca da Terra do Nunca” temos o ciclo do moralismo da sociedade inglesa, a morte da personagem da Kate Winslet, a relação paternal do escritor (Johnny Depp) com o menino, a relação entre o escritor e sua criação (obra). “Mais Estranho que a Ficção” apresenta mais um ciclo de determinismo com a metáfora (desta vez mais escrachada) de um homem que tem sua vida (que já era regrada ao extremo) determinada por um livro, mas que no final consegue se libertar.

No “Caçador de Pipas” temos todos estes elementos presentes, o ciclo a ser quebrado (ou não) e a relação pai e filho (genética) como em “A Última Ceia”, a relação do escritor com a sua obra, como em “Mais Estrano...” e “Em Busca...” e a morte como uma tragédia que provoca o crescimento e a libertação. Tudo lá, bem amarrado pelo roteiro.

Porém, o filme não conseguiu entrar na categoria das obras primas da minha vida. A história é comovente, as interpretações são ótimas mas... Sabe quando seu tio conta aquela história e tudo vai bem até o final decepcionante? Ou quando a música é perfeita só que tem uma droga de um solo de guitarra que estraga toda a canção e você fica pensando “se não tivesse esse solo...” Pois é, para mim o filme tem esse defeito. O filme poderia ter sido maravilhoso se não apelasse tanto nos recursos técnicos, nos efeitos especiais nas cenas das pipas, na trilha sonora em alguns momentos ou nos ângulos exagerados da fotografia. Em resumo: O filme é bom, mas poderia ser melhor.

PS- Escrevi este post feito um zumbi de sono, mas com uma dose de vodka gelada para acompanhar e Egberto Gismonte no som.

Reencontrar com antigos amigos é uma questão de escolha...

E mais um post atrasado...

Era para ser mais um dia de estudos para o mestrado em artes e só. Determinação em trabalhar para no futuro ser um erudito das artes, ganhar uma graninha e todas aquelas coisas que se quer da vida. Mas não foi bem assim...

Hoje, (ou ontem, depende do referencial) em vez de mergulhar nos estudos, eu fui encontrar com a , amiga de muitos anos, mas que nesses tantos anos só nos encontrávamos na sua já tradicional festa de Natal. E ontem (ou anteontem) recebi um telefonema da minha grande amiga Eva diretamente de Londres. O que significa que eu também não estudei.

É bom reencontrar os amigos (mesmo que em um dos casos seja pelo telefone) e perceber que existe algo mais nos relacionamentos, não apenas aquela justificativa de “fulano é meu amigo porque estudou comigo na faculdade”. Encontrar alguém que há muito tempo não se vê e ter assunto para conversar é o que vale, sem cartões de visita do tipo “Olha eu fiz isso e aquilo, e você?” – “Ah, eu fiz aquilo outro”, e o diálogo acabar virando um relato jornalístico sem envolvimento. Com cada uma delas foram várias horas de conversa sem nenhum arrependimento pelo suposto tempo perdido de estudo.

Parabéns!

Dia 29 foi aniversário de dois grandes amigos meus. Rios e Mayra.
O Rios comemorou em um boteco chamado por nós de "Frango à Passarinho", por causa da ótima porção da tal iguaria. Reencontrei vários amigos muito especiais. Aline, Marcos, Marcão, Tiagão, Sergião, Rocha, Maira,...
Já a Mayra vai comemorar no dia 9/2 com uma feijoada.
E hoje 31/01 é aniversário da Dona Shirlei, minha especial amiga, esposa do singular "seu" Francisco (eo seu jacaré) e mãe dos meus amigos Alvaro, Fabiana e Eri, mais os agregados Gi, Nelson e Nathaly. Uma Grande Família.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Exposição "Segal Realista" no SESI


Auto Retrato II, 1919

Hoje abre a exposição "Segal Realista" na galeria do SESI, com 150 obras entre pinturas, aquarelas, desenhos, gravuras e esculturas. A idéia é "lembrar do artista" no ano em que se comemora os 50 anos de sua morte. Acho realmente bizarro a idéia que o ser humano tem de criar homenagens a partir da data da morte das pessoas ilustres, com aquela intenção de ressaltar a perda que foi para a humanidade. Porém, que o Lasar Segall tem uma obra impressionante e que esta deveria ser mais vista, isso é verdade. E até poderia, pois ela sempre esteve a disposição no Museu Lasar Segall na rua Berta 111, perto da estação Vila Mariana do metrô.

Bom, eu vou na exposição e depois comento no blog http://arteemvista.blogspot.com/

» Av. Paulista, 1.313, Cerqueira César, Metrô Trianon-Masp, tel. 3146-7405. Seg., 11h/20h; ter. a sáb., 10h/20h; dom., 10h/19h.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Maria Antonieta Pop, regado a whisky e cachimbo




Acabei de ver o dvd do filme “Maria Antonieta” da Sofia Coppola, (a filmagem é de 2006 e eu ainda não havia assistido). Maravilhosos os figurinos, cenários, locações e a fotografia. A trilha sonora de pop/rock que todo mundo comentava não me agradou, as músicas de fato são muito boas, mas acho que não caíram muito bem na tentativa de pontuar o deslocamento e o sentimento de solidão da personagem principal ao entrar no mundo da corte francesa. E para mim, o ponto alto do filme é justamente “esse deslocamento e essa solidão” que são trabalhados de forma muito delicada e elegante pela diretora. Acredito serem estas as questões que movem toda a sua obra, desde “As Virgens Suicidas” e no maravilhoso “Encontros e Desencontros”.

Outra coisa que eu acho bem legal é a presença da influência Pop, com P maiúsculo da Pop Art. A atmosfera da fotografia e o universo adolescente do primeiro filme (Virgens Suicidas), a ambientação da Tókio e o universo das celebridades decadentes e agora o auge no uso das cores, na edição “videoclipesca”, na fuga da Maria Antonieta para o consumo de roupas, doces, champagne e as festas.

Pena que no final tudo se perde e o compromisso com a dita “história”, faz com que o desfecho seja previsível e insosso.

PS- Assisti o filme acompanhado de um ótimo whisky Glenkinch e cachimbando um tabaco chamado Cellini, o que (por contraste) fez com que eu achasse o final mais sem graça ainda.

Parabéns Dani e Denise!

Só para constar, dia 17/01 foi aniversário da Dani e dia 23/01 aniversário da Denise, minhas amigas do Ateliê Prensa.

Exposição Tarsila do Amaral na Pinacoteca

Esta semana abriu a exposição “Tarsila Viajante” na Pinacoteca, com 37 pinturas e 120 desenhos da artista.

Por um lado é sempre bom ver Tarsila, mas por outro eu confesso que estou um pouco cheio de “tanto ver Tarsila” nos últimos anos. Minha amiga Camila disse que o mais interessante são os desenhos expostos. Ainda não fui, mas esta semana com certeza estarei lá e postarei minhas impressões no “blog Arte em Vista”.

Não sou muito de fazer balanços a respeito do ano anterior, mas...

Não sou muito de fazer balanços a respeito do ano anterior, mas...

Ateliê Prensa com nova formação, nova prensinha “Santa Clara” e nova prensona “Sr. Wilson”.

O Saldão Prensa 13 foi ótimo. Muito trabalho e muito retorno.

Mestrado ótimo.

Várias discussões com os amigos a respeito do filme “Tropa de Elite”.

Reencontro com vários amigos “das antigas”.

Casa nova by Eva.

E muitos novos projetos.

OK!

OK! Para os que ainda não perderam a esperança estou voltando a postar neste blog (e mais tarde também no blog arte em vista). Depois de um intervalo de quase quatro meses, mais uma vez me encontro no espírito das “promessas de ano novo” e venho a me comprometer a escrever com mais freqüência. E dentro dessa idéia, também estou anunciando que vou mudar o conteúdo a ser escrito, ampliando os assuntos para algo mais do que apenas relatos do meu cotidiano regado a ateliê, cachimbo whisky e mestrado.

Aliás (mais uma vez dentro das promessas...), estou me obrigando a viver mais a cultura, ou seja: a ler mais, assistir mais filmes, peças de teatro, concertos, shows, ir mais à exposições, etc. E na tentativa de ser mais útil para a sociedade (entenda-se aqui sociedade como os pais, amigos e excepcionais que têm o hábito de ler este blog), vou comentar esses livros, filmes, peças de teatro, música e todo tipo de arte que eu estou me comprometendo a tomar contato.